Para cada pessoa diagnosticada, um núcleo familiar inteiro organiza a própria vida em função
desse cuidado — pais, mães, irmãos, avós, tios, responsáveis, cuidadores.
37.625 37.625
potiguares diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista
Fonte: IBGE, Censo 2022
~ 100 mil ~ 100 mil
potiguares vivendo o autismo todos os dias, somando as famílias
Fonte: Estimativa a partir do Censo 2022
~ 2,5 ~ 2,5
familiares diretos envolvidos em cada diagnóstico
Fonte: Proposta Casa TEA
O problema invisível
O autismo não acaba aos 18.
Aos 18, o SUS, a escola e o BPC seguem no lugar. Mas o adulto com TEA que precisa de suporte
intensivo simplesmente some do mapa das políticas públicas.
0–5
Diagnóstico
A família descobre. Começa a corrida por terapia, laudo e vaga.
6–12
Escola
Matrícula garantida por lei. Aprendizagem, nem sempre.
13–17
Adolescência
O corpo cresce, o suporte não. A família começa a se perguntar o que vem depois.
18+
O vácuo
O SUS, a escola e o BPC seguem no lugar. Mas o adulto com TEA que precisa de suporte intensivo simplesmente some do mapa das políticas públicas.
30+
Vida adulta
Sem moradia, sem ocupação, sem rede. A casa da família vira a única política pública.
60+
Cuidador idoso
A mãe envelhece cuidando. E a pergunta que ela faz à noite não tem resposta do Estado.
É exatamente aqui que a Casa TEA entra.
A conta invisível
Cuidador não tira férias.
Cuidar de um adulto com TEA que precisa de suporte intensivo é um trabalho de 24 horas por
dia. Sem férias, sem folga, sem fim de semana. A conta que ninguém paga recai sobre a mãe, o
pai, o irmão. Em silêncio.
Perde a renda
Não consegue trabalhar em tempo integral.
Perde os estudos
Abandona projetos, cursos, formação.
Perde a saúde
Deixa o próprio corpo em segundo plano.
Perde os sonhos
Vida social, lazer e projetos em pausa.
“
E quando eu não estiver mais aqui, quem vai cuidar do meu filho?
A resposta
Casa TEA: uma rede estadual de acolhimento, retaguarda e dignidade para o autista adulto —
e a sua família.
A Casa TEA não atende só o autista. Ela atende a família inteira. Não é um prédio:
é um sistema estadual de cuidado.
Mães
Pais
Irmãos
Avós
Tios
Primos
Responsáveis legais
Cuidadores
Vizinhos
Amigos de fé
7 serviços. Uma rede. Um lar.
01
Moradia Assistida
Um lar permanente para adultos com TEA que não podem viver sozinhos.
02
Centro-Dia
Assistência durante o dia. À noite, o autista dorme em casa com a família.
03
Respiro Familiar
Estadia temporária para a família trabalhar, viajar ou simplesmente descansar.
04
Vida Diária
Higiene, alimentação, autonomia. Construída passo a passo, todo dia.
05
Atividades Ocupacionais
Transformar tempo ocioso em produção com sentido, dignidade e renda.
06
Regulação Sensorial
Ambiente e técnicas para acolher crises e prevenir a desregulação.
07
Apoio à Família
Escuta, orientação, saúde mental. Cuidar de quem cuida.
Como funciona, na prática
3 formas de acolher. Um só cuidado.
24h · permanente
Moradia Assistida
Para o adulto com TEA que precisa de suporte contínuo e cuja família não dá mais conta sozinha. Casa, equipe, rotina, dignidade.
Retaguarda que a família não tinha
8h · segunda a sexta
Centro-Dia
Passa o dia na Casa TEA — atividades, cuidado, socialização. À noite volta para casa e dorme com a família.
A família trabalha, o autista floresce
dias ou semanas
Respiro Familiar
Estadia temporária para que a família possa viajar, se tratar, trabalhar ou apenas descansar. O cuidado não para.
O direito de respirar
As propostas
Seis eixos. Uma direção.
Da proteção ao diagnóstico. Do tratamento à educação. Da inclusão à autonomia. Do cuidado de hoje à segurança do amanhã.
Resumo em 30 segundos
Proteger pessoas com deficiência da violência sexual, com investigação e responsabilização mais fortes.
Garantir moradia assistida para autistas adultos, para que o futuro do filho não dependa só da família.
Valorizar e proteger os profissionais que atendem pessoas com deficiência.
Fazer valer o atendimento educacional especializado — matrícula não basta, é preciso aprendizagem.
Usar a rede privada de forma complementar ao SUS quando a rede pública não der conta.
Defender o paciente contra práticas abusivas dos planos de saúde e contra a interrupção de terapias.
01ProtegerCombate à violência contra pessoas com deficiência
Mais proteção, investigação e responsabilização.
Como proteger pessoas com deficiência da violência sexual?
Defendendo penas mais rigorosas e mecanismos de proteção e responsabilização para crimes sexuais praticados contra pessoas com deficiência.
A Constituição Federal admite pena de morte apenas em caso de guerra declarada — ela não pode ser criada por lei ordinária. Por isso a proposta endurece a resposta penal dentro dos limites constitucionais, onde ela de fato pode avançar.
Endurecer a resposta penal dentro dos limites constitucionais
Fortalecer a proteção de pessoas com deficiência vítimas de violência sexual
Ampliar mecanismos de investigação e responsabilização
Garantir atendimento psicológico e multidisciplinar às vítimas
Fortalecer a comunicação obrigatória dos casos às autoridades competentes
Base legal: A Lei Brasileira de Inclusão já determina a notificação compulsória de casos suspeitos ou confirmados de violência contra pessoas com deficiência e prevê proteção e atendimento na área da saúde.
“Tolerância zero contra a violência sexual. Pessoas com deficiência precisam de proteção, justiça e dignidade.”
02Garantir o futuroMoradia assistida e autonomia
O futuro dos filhos não pode depender apenas da família.
Onde o autista adulto vai morar quando a família não puder mais cuidar?
Criando e ampliando uma Política Nacional de Moradia Assistida e Residências Inclusivas para pessoas autistas adultas e pessoas com deficiência que precisem de apoio para viver com segurança e dignidade.
Esta é a proposta que dá origem à Casa TEA. Um deputado não constrói a residência diretamente — ele atua na destinação de recursos orçamentários, inclusive por meio de emendas parlamentares, observadas as regras de execução.
Residências assistidas com diferentes níveis de suporte
Equipe multidisciplinar conforme a necessidade dos moradores
Acompanhamento de saúde e assistência social
Estímulo à autonomia e preparação para a vida adulta
Integração com programas de trabalho e qualificação profissional
Destinar recursos federais priorizando municípios com déficit de atendimento
Base legal: A atuação se dá pela destinação de recursos orçamentários federais, inclusive por emendas parlamentares, respeitadas as regras orçamentárias e de execução.
“Transformar a preocupação das famílias com o futuro em política pública concreta.”
03Valorizar quem cuidaProteção dos profissionais
Quem cuida também precisa ser cuidado.
Como valorizar e proteger quem atende pessoas com deficiência todos os dias?
Criando uma política nacional de proteção, valorização e segurança dos profissionais que atuam diretamente no atendimento de pessoas com deficiência, considerando os riscos ocupacionais específicos de cada atividade.
Periculosidade tem critérios próprios na legislação trabalhista e na NR-16. Declarar que toda atividade com pessoas autistas é "perigosa" não se sustentaria juridicamente — a política por risco real é muito mais defensável e chega mais longe.
Avaliação dos riscos ocupacionais
Protocolos de prevenção de acidentes
Capacitação para manejo de situações de crise
Equipamentos e estrutura adequada
Apoio psicológico ocupacional
Regulamentação de condições especiais de trabalho quando tecnicamente justificadas
Estudo de adicional remuneratório específico quando houver fundamento técnico e legal
Base legal: A NR-16 trata especificamente das atividades e operações perigosas, com critérios próprios que precisam ser observados.
04Incluir de verdadeEducação especializada e individualizada
Matrícula não basta. É preciso garantir aprendizagem.
A criança atípica está matriculada. Mas ela está aprendendo?
Garantindo a efetiva implementação do atendimento educacional especializado e do acompanhamento individualizado para estudantes com deficiência, autismo e condições raras, com financiamento, profissionais capacitados e recursos adequados.
A educação especial já está prevista em lei. O problema não é criar o direito — é fazer o direito existente chegar à sala de aula. Por isso a proposta é de implementação e fiscalização, não de criação.
Garantir o AEE (Atendimento Educacional Especializado) quando necessário
Profissionais especializados na escola
Planos educacionais individualizados
Recursos de acessibilidade
Formação continuada dos professores
Acompanhamento da aprendizagem e adaptação pedagógica
Fiscalização do cumprimento das normas
Base legal: A LDB garante atendimento educacional especializado para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades. A Lei Brasileira de Inclusão estabelece o direito à educação inclusiva e determina que o poder público assegure recursos de acessibilidade.
“Não basta garantir matrícula. É preciso garantir aprendizagem, desenvolvimento e inclusão.”
05Tratamento sem esperaSUS + rede complementar
Se o Estado não tem capacidade suficiente, a população não pode ficar sem atendimento.
E quando a fila do SUS não anda?
Ampliando e regulamentando a utilização da rede privada de saúde de forma complementar ao SUS para garantir atendimento especializado às pessoas com deficiência, autismo e doenças raras quando houver insuficiência comprovada da rede pública.
O caminho é: o SUS identifica a demanda, verifica a capacidade da rede, identifica o déficit, faz a contratação complementar e garante o atendimento. Não se trata de obrigar o Estado a pagar clínica particular — trata-se de usar um mecanismo que a lei já prevê.
Terapias, diagnóstico e reabilitação
Acompanhamento multidisciplinar
Atendimento especializado
Regulação de filas e metas de atendimento
Fiscalização dos prestadores
Base legal: A Lei nº 8.080/1990 já prevê que, quando a capacidade do SUS for insuficiente para garantir a cobertura assistencial, o sistema pode recorrer aos serviços da iniciativa privada de forma complementar.
06Defender o pacientePlanos de saúde
Fiscalização, continuidade terapêutica e proteção contra práticas abusivas.
Quem investiga as negativas de atendimento dos planos de saúde?
Articulando a criação de uma CPI dos Planos de Saúde para investigar fatos determinados relacionados à cobertura assistencial, negativas de atendimento, cancelamentos contratuais, reajustes e descredenciamentos.
Um deputado não cria uma CPI sozinho: a Constituição exige requerimento de 1/3 dos membros da Câmara — hoje, 171 deputados — para investigar fato determinado e por prazo certo. Por isso a palavra é articular, e por isso o objeto precisa ser delimitado.
Investigar práticas que prejudiquem o acesso ao tratamento contratado
Foco em tratamentos continuados e pessoas com deficiência
Delimitar fatos concretos, com prazo certo
Base legal: A Constituição determina que uma CPI depende de requerimento de 1/3 dos membros da Câmara, para investigar fato determinado e por prazo certo.
O que acontece quando o plano cancela no meio do tratamento?
Aprimorando a legislação para impedir a interrupção abrupta de tratamentos continuados de pessoas com deficiência, autismo e doenças raras em situações de cancelamento ou rescisão contratual.
A proposta é estabelecer um período de proteção de até 90 dias para garantir a continuidade assistencial e permitir a regularização contratual ou a migração para outra cobertura — o que é muito mais forte juridicamente do que simplesmente pedir "aumentar o prazo".
Aviso prévio ampliado, com comunicação direta e comprovada
Prazo para regularização
Proteção especial para tratamentos continuados
Período de transição para portabilidade
Proibição de interrupção abrupta de terapias essenciais
Base legal: A ANS informa que, nos contratos abrangidos pela regulamentação, o cancelamento por inadimplência exige pelo menos duas mensalidades não pagas nos últimos 12 meses, além de notificação e prazo para regularização.
Por que meu filho faz terapia em sala com outras crianças?
Garantindo atendimento terapêutico individualizado, baseado em avaliação profissional e plano terapêutico individual, vedando a substituição do atendimento individual necessário por agrupamentos motivados exclusivamente por razões administrativas ou econômicas.
Uma proibição absoluta de atendimento compartilhado seria um erro: certas intervenções em grupo são apropriadas, dependendo do objetivo terapêutico. O que não pode é o formato ser decidido pela planilha em vez da avaliação clínica.
Avaliação individual e plano terapêutico individualizado
Definição da modalidade por profissional habilitado
Registro da evolução
Número máximo de pacientes por profissional em atendimento em grupo
Justificativa técnica para terapias coletivas
Fiscalização da qualidade do atendimento
“O formato do atendimento deve ser definido pela necessidade do paciente — não pela conveniência financeira da instituição.”
Para a família toda
Duas coisas feitas com carinho.
Um livro para quem cuida. Um joguinho para quem é cuidado. Os dois com o Modo Calmo
disponível a qualquer momento.
Camila Dumas Georg é mãe atípica do Emerson, agente de viagens e filiada ao NOVO. Vive na pele a realidade que a Casa TEA quer transformar.
Emenda federal → Casa TEA no RN
Destinar emendas parlamentares para viabilizar a rede estadual de acolhimento junto ao Governo do Rio Grande do Norte.
“O autismo não termina aos 18. Nosso compromisso, também não.”
Em vídeo
A campanha, com voz e rosto.
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Os vídeos chegam em breve
Enquanto isso, acompanhe a campanha no Instagram — é lá que os bastidores aparecem
primeiro.
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam.
Quem é Camila Georg?
Camila Dumas Georg é candidata a deputada federal pelo NOVO (30) no Rio Grande do Norte em 2026. É mãe atípica do Emerson, agente de viagens, e autora da proposta Casa TEA — uma rede estadual de acolhimento para autistas adultos e suas famílias.
O que é a Casa TEA?
A Casa TEA é uma proposta de rede estadual de acolhimento, retaguarda e dignidade para o autista adulto e sua família no Rio Grande do Norte. Não é um prédio: é um sistema estadual de cuidado com sete serviços — moradia assistida, centro-dia, respiro familiar, vida diária, atividades ocupacionais, regulação sensorial e apoio à família.
Quantas pessoas com autismo existem no Rio Grande do Norte?
São 37.625 potiguares diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista, segundo o Censo 2022 do IBGE. Como cada diagnóstico envolve cerca de 2,5 familiares diretos, estima-se aproximadamente 100 mil potiguares vivendo o autismo todos os dias.
Por que a Casa TEA foca no autista adulto?
Porque o autismo não acaba aos 18. Depois dos 18 anos, o SUS, a escola e o BPC seguem no lugar, mas o adulto com TEA que precisa de suporte intensivo desaparece do mapa das políticas públicas — e o cuidado recai inteiramente sobre a família.
Qual a diferença entre moradia assistida, centro-dia e respiro familiar?
A moradia assistida é permanente, 24 horas por dia, para o adulto com TEA que precisa de suporte contínuo. O centro-dia atende 8 horas por dia, de segunda a sexta, e à noite o autista volta para casa. O respiro familiar é uma estadia temporária, de dias ou semanas, para que a família possa trabalhar, viajar ou descansar.
Um deputado federal pode construir uma Casa TEA?
Não diretamente. O deputado federal atua na destinação de recursos orçamentários, inclusive por meio de emendas parlamentares, observadas as regras orçamentárias e de execução. O compromisso de Camila Georg é destinar emendas para viabilizar a rede junto ao Governo do Rio Grande do Norte.
Quais são as propostas de Camila Georg?
As propostas estão organizadas em seis eixos: proteger pessoas com deficiência da violência sexual; garantir moradia assistida para autistas adultos; valorizar e proteger os profissionais que cuidam; fazer valer o atendimento educacional especializado; usar a rede privada de forma complementar ao SUS quando a rede pública for insuficiente; e defender o paciente contra práticas abusivas dos planos de saúde.
Qual o número de Camila Georg na urna?
Camila Georg é candidata a deputada federal pelo Rio Grande do Norte com o número 30, do partido NOVO.
O site tem conteúdo para crianças autistas?
Sim. O site tem um livro interativo com oito dicas práticas para famílias atípicas e um joguinho de toque para crianças de 5 a 7 anos, feito sem tempo, sem pontuação e sem game over — o erro nunca pune. Todo o site tem um Modo Calmo que desliga as animações para quem precisa de menos estímulo.
O compromisso
Cuidar de quem cuida.
Moradia assistida · Centro-Dia · Respiro Familiar · Apoio à Família · Regulação Sensorial
30
Camila Georg · Candidata a Deputada Federal · NOVO 30 · RN