Camila Georg 30

Candidata a Deputada Federal · NOVO 30 · RN

Cuidar de quem cuida.

Sou Camila Georg, mãe atípica do Emerson. Conheço de perto a pergunta que toda família atípica faz à noite — e trouxe uma resposta: a Casa TEA.

Camila Georg sorrindo, com a camiseta do NOVO 30 e o mapa do Rio Grande do Norte, apontando para frente

O tamanho do cuidado

Cada diagnóstico envolve uma família inteira.

Para cada pessoa diagnosticada, um núcleo familiar inteiro organiza a própria vida em função desse cuidado — pais, mães, irmãos, avós, tios, responsáveis, cuidadores.

  • 37.625

    potiguares diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista

    Fonte: IBGE, Censo 2022

  • ~ 100 mil

    potiguares vivendo o autismo todos os dias, somando as famílias

    Fonte: Estimativa a partir do Censo 2022

  • ~ 2,5

    familiares diretos envolvidos em cada diagnóstico

    Fonte: Proposta Casa TEA

O problema invisível

O autismo não acaba aos 18.

Aos 18, o SUS, a escola e o BPC seguem no lugar. Mas o adulto com TEA que precisa de suporte intensivo simplesmente some do mapa das políticas públicas.

  1. 0–5

    Diagnóstico

    A família descobre. Começa a corrida por terapia, laudo e vaga.

  2. 6–12

    Escola

    Matrícula garantida por lei. Aprendizagem, nem sempre.

  3. 13–17

    Adolescência

    O corpo cresce, o suporte não. A família começa a se perguntar o que vem depois.

  4. 18+

    O vácuo

    O SUS, a escola e o BPC seguem no lugar. Mas o adulto com TEA que precisa de suporte intensivo simplesmente some do mapa das políticas públicas.

  5. 30+

    Vida adulta

    Sem moradia, sem ocupação, sem rede. A casa da família vira a única política pública.

  6. 60+

    Cuidador idoso

    A mãe envelhece cuidando. E a pergunta que ela faz à noite não tem resposta do Estado.

É exatamente aqui que a Casa TEA entra.

A conta invisível

Cuidador não tira férias.

Cuidar de um adulto com TEA que precisa de suporte intensivo é um trabalho de 24 horas por dia. Sem férias, sem folga, sem fim de semana. A conta que ninguém paga recai sobre a mãe, o pai, o irmão. Em silêncio.

  • Perde a renda

    Não consegue trabalhar em tempo integral.

  • Perde os estudos

    Abandona projetos, cursos, formação.

  • Perde a saúde

    Deixa o próprio corpo em segundo plano.

  • Perde os sonhos

    Vida social, lazer e projetos em pausa.

E quando eu não estiver mais aqui, quem vai cuidar do meu filho?

— A pergunta que toda mãe atípica faz à noite

A resposta

Casa TEA: uma rede estadual de acolhimento, retaguarda e dignidade para o autista adulto — e a sua família.

A Casa TEA não atende só o autista. Ela atende a família inteira. Não é um prédio: é um sistema estadual de cuidado.

  • Mães
  • Pais
  • Irmãos
  • Avós
  • Tios
  • Primos
  • Responsáveis legais
  • Cuidadores
  • Vizinhos
  • Amigos de fé
  • 01

    Moradia Assistida

    Um lar permanente para adultos com TEA que não podem viver sozinhos.

  • 02

    Centro-Dia

    Assistência durante o dia. À noite, o autista dorme em casa com a família.

  • 03

    Respiro Familiar

    Estadia temporária para a família trabalhar, viajar ou simplesmente descansar.

  • 04

    Vida Diária

    Higiene, alimentação, autonomia. Construída passo a passo, todo dia.

  • 05

    Atividades Ocupacionais

    Transformar tempo ocioso em produção com sentido, dignidade e renda.

  • 06

    Regulação Sensorial

    Ambiente e técnicas para acolher crises e prevenir a desregulação.

  • 07

    Apoio à Família

    Escuta, orientação, saúde mental. Cuidar de quem cuida.

As propostas

Seis eixos. Uma direção.

Da proteção ao diagnóstico. Do tratamento à educação. Da inclusão à autonomia. Do cuidado de hoje à segurança do amanhã.

Resumo em 30 segundos

  1. Proteger pessoas com deficiência da violência sexual, com investigação e responsabilização mais fortes.
  2. Garantir moradia assistida para autistas adultos, para que o futuro do filho não dependa só da família.
  3. Valorizar e proteger os profissionais que atendem pessoas com deficiência.
  4. Fazer valer o atendimento educacional especializado — matrícula não basta, é preciso aprendizagem.
  5. Usar a rede privada de forma complementar ao SUS quando a rede pública não der conta.
  6. Defender o paciente contra práticas abusivas dos planos de saúde e contra a interrupção de terapias.
01 Proteger Combate à violência contra pessoas com deficiência

Mais proteção, investigação e responsabilização.

Como proteger pessoas com deficiência da violência sexual?

Defendendo penas mais rigorosas e mecanismos de proteção e responsabilização para crimes sexuais praticados contra pessoas com deficiência.

A Constituição Federal admite pena de morte apenas em caso de guerra declarada — ela não pode ser criada por lei ordinária. Por isso a proposta endurece a resposta penal dentro dos limites constitucionais, onde ela de fato pode avançar.

  • Endurecer a resposta penal dentro dos limites constitucionais
  • Fortalecer a proteção de pessoas com deficiência vítimas de violência sexual
  • Ampliar mecanismos de investigação e responsabilização
  • Garantir atendimento psicológico e multidisciplinar às vítimas
  • Fortalecer a comunicação obrigatória dos casos às autoridades competentes

Base legal: A Lei Brasileira de Inclusão já determina a notificação compulsória de casos suspeitos ou confirmados de violência contra pessoas com deficiência e prevê proteção e atendimento na área da saúde.

“Tolerância zero contra a violência sexual. Pessoas com deficiência precisam de proteção, justiça e dignidade.”

02 Garantir o futuro Moradia assistida e autonomia

O futuro dos filhos não pode depender apenas da família.

Onde o autista adulto vai morar quando a família não puder mais cuidar?

Criando e ampliando uma Política Nacional de Moradia Assistida e Residências Inclusivas para pessoas autistas adultas e pessoas com deficiência que precisem de apoio para viver com segurança e dignidade.

Esta é a proposta que dá origem à Casa TEA. Um deputado não constrói a residência diretamente — ele atua na destinação de recursos orçamentários, inclusive por meio de emendas parlamentares, observadas as regras de execução.

  • Residências assistidas com diferentes níveis de suporte
  • Equipe multidisciplinar conforme a necessidade dos moradores
  • Acompanhamento de saúde e assistência social
  • Estímulo à autonomia e preparação para a vida adulta
  • Integração com programas de trabalho e qualificação profissional
  • Destinar recursos federais priorizando municípios com déficit de atendimento

Base legal: A atuação se dá pela destinação de recursos orçamentários federais, inclusive por emendas parlamentares, respeitadas as regras orçamentárias e de execução.

“Transformar a preocupação das famílias com o futuro em política pública concreta.”

03 Valorizar quem cuida Proteção dos profissionais

Quem cuida também precisa ser cuidado.

Como valorizar e proteger quem atende pessoas com deficiência todos os dias?

Criando uma política nacional de proteção, valorização e segurança dos profissionais que atuam diretamente no atendimento de pessoas com deficiência, considerando os riscos ocupacionais específicos de cada atividade.

Periculosidade tem critérios próprios na legislação trabalhista e na NR-16. Declarar que toda atividade com pessoas autistas é "perigosa" não se sustentaria juridicamente — a política por risco real é muito mais defensável e chega mais longe.

  • Avaliação dos riscos ocupacionais
  • Protocolos de prevenção de acidentes
  • Capacitação para manejo de situações de crise
  • Equipamentos e estrutura adequada
  • Apoio psicológico ocupacional
  • Regulamentação de condições especiais de trabalho quando tecnicamente justificadas
  • Estudo de adicional remuneratório específico quando houver fundamento técnico e legal

Base legal: A NR-16 trata especificamente das atividades e operações perigosas, com critérios próprios que precisam ser observados.

04 Incluir de verdade Educação especializada e individualizada

Matrícula não basta. É preciso garantir aprendizagem.

A criança atípica está matriculada. Mas ela está aprendendo?

Garantindo a efetiva implementação do atendimento educacional especializado e do acompanhamento individualizado para estudantes com deficiência, autismo e condições raras, com financiamento, profissionais capacitados e recursos adequados.

A educação especial já está prevista em lei. O problema não é criar o direito — é fazer o direito existente chegar à sala de aula. Por isso a proposta é de implementação e fiscalização, não de criação.

  • Garantir o AEE (Atendimento Educacional Especializado) quando necessário
  • Profissionais especializados na escola
  • Planos educacionais individualizados
  • Recursos de acessibilidade
  • Formação continuada dos professores
  • Acompanhamento da aprendizagem e adaptação pedagógica
  • Fiscalização do cumprimento das normas

Base legal: A LDB garante atendimento educacional especializado para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades. A Lei Brasileira de Inclusão estabelece o direito à educação inclusiva e determina que o poder público assegure recursos de acessibilidade.

“Não basta garantir matrícula. É preciso garantir aprendizagem, desenvolvimento e inclusão.”

05 Tratamento sem espera SUS + rede complementar

Se o Estado não tem capacidade suficiente, a população não pode ficar sem atendimento.

E quando a fila do SUS não anda?

Ampliando e regulamentando a utilização da rede privada de saúde de forma complementar ao SUS para garantir atendimento especializado às pessoas com deficiência, autismo e doenças raras quando houver insuficiência comprovada da rede pública.

O caminho é: o SUS identifica a demanda, verifica a capacidade da rede, identifica o déficit, faz a contratação complementar e garante o atendimento. Não se trata de obrigar o Estado a pagar clínica particular — trata-se de usar um mecanismo que a lei já prevê.

  • Terapias, diagnóstico e reabilitação
  • Acompanhamento multidisciplinar
  • Atendimento especializado
  • Regulação de filas e metas de atendimento
  • Fiscalização dos prestadores

Base legal: A Lei nº 8.080/1990 já prevê que, quando a capacidade do SUS for insuficiente para garantir a cobertura assistencial, o sistema pode recorrer aos serviços da iniciativa privada de forma complementar.

06 Defender o paciente Planos de saúde

Fiscalização, continuidade terapêutica e proteção contra práticas abusivas.

Quem investiga as negativas de atendimento dos planos de saúde?

Articulando a criação de uma CPI dos Planos de Saúde para investigar fatos determinados relacionados à cobertura assistencial, negativas de atendimento, cancelamentos contratuais, reajustes e descredenciamentos.

Um deputado não cria uma CPI sozinho: a Constituição exige requerimento de 1/3 dos membros da Câmara — hoje, 171 deputados — para investigar fato determinado e por prazo certo. Por isso a palavra é articular, e por isso o objeto precisa ser delimitado.

  • Investigar práticas que prejudiquem o acesso ao tratamento contratado
  • Foco em tratamentos continuados e pessoas com deficiência
  • Delimitar fatos concretos, com prazo certo

Base legal: A Constituição determina que uma CPI depende de requerimento de 1/3 dos membros da Câmara, para investigar fato determinado e por prazo certo.

O que acontece quando o plano cancela no meio do tratamento?

Aprimorando a legislação para impedir a interrupção abrupta de tratamentos continuados de pessoas com deficiência, autismo e doenças raras em situações de cancelamento ou rescisão contratual.

A proposta é estabelecer um período de proteção de até 90 dias para garantir a continuidade assistencial e permitir a regularização contratual ou a migração para outra cobertura — o que é muito mais forte juridicamente do que simplesmente pedir "aumentar o prazo".

  • Aviso prévio ampliado, com comunicação direta e comprovada
  • Prazo para regularização
  • Proteção especial para tratamentos continuados
  • Período de transição para portabilidade
  • Proibição de interrupção abrupta de terapias essenciais

Base legal: A ANS informa que, nos contratos abrangidos pela regulamentação, o cancelamento por inadimplência exige pelo menos duas mensalidades não pagas nos últimos 12 meses, além de notificação e prazo para regularização.

Por que meu filho faz terapia em sala com outras crianças?

Garantindo atendimento terapêutico individualizado, baseado em avaliação profissional e plano terapêutico individual, vedando a substituição do atendimento individual necessário por agrupamentos motivados exclusivamente por razões administrativas ou econômicas.

Uma proibição absoluta de atendimento compartilhado seria um erro: certas intervenções em grupo são apropriadas, dependendo do objetivo terapêutico. O que não pode é o formato ser decidido pela planilha em vez da avaliação clínica.

  • Avaliação individual e plano terapêutico individualizado
  • Definição da modalidade por profissional habilitado
  • Registro da evolução
  • Número máximo de pacientes por profissional em atendimento em grupo
  • Justificativa técnica para terapias coletivas
  • Fiscalização da qualidade do atendimento

“O formato do atendimento deve ser definido pela necessidade do paciente — não pela conveniência financeira da instituição.”

Retrato de Camila Georg, com as mãos entrelaçadas, vestindo a camiseta do NOVO 30

Quem faz acontecer

Uma proposta feita por quem vive isso.

Camila Dumas Georg é mãe atípica do Emerson, agente de viagens e filiada ao NOVO. Vive na pele a realidade que a Casa TEA quer transformar.

Emenda federal → Casa TEA no RN

Destinar emendas parlamentares para viabilizar a rede estadual de acolhimento junto ao Governo do Rio Grande do Norte.

“O autismo não termina aos 18. Nosso compromisso, também não.”

— Camila Georg, Candidata a Deputada Federal · NOVO 30

Em vídeo

A campanha, com voz e rosto.

Os vídeos chegam em breve

Enquanto isso, acompanhe a campanha no Instagram — é lá que os bastidores aparecem primeiro.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam.

Quem é Camila Georg?

Camila Dumas Georg é candidata a deputada federal pelo NOVO (30) no Rio Grande do Norte em 2026. É mãe atípica do Emerson, agente de viagens, e autora da proposta Casa TEA — uma rede estadual de acolhimento para autistas adultos e suas famílias.

O que é a Casa TEA?

A Casa TEA é uma proposta de rede estadual de acolhimento, retaguarda e dignidade para o autista adulto e sua família no Rio Grande do Norte. Não é um prédio: é um sistema estadual de cuidado com sete serviços — moradia assistida, centro-dia, respiro familiar, vida diária, atividades ocupacionais, regulação sensorial e apoio à família.

Quantas pessoas com autismo existem no Rio Grande do Norte?

São 37.625 potiguares diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista, segundo o Censo 2022 do IBGE. Como cada diagnóstico envolve cerca de 2,5 familiares diretos, estima-se aproximadamente 100 mil potiguares vivendo o autismo todos os dias.

Por que a Casa TEA foca no autista adulto?

Porque o autismo não acaba aos 18. Depois dos 18 anos, o SUS, a escola e o BPC seguem no lugar, mas o adulto com TEA que precisa de suporte intensivo desaparece do mapa das políticas públicas — e o cuidado recai inteiramente sobre a família.

Qual a diferença entre moradia assistida, centro-dia e respiro familiar?

A moradia assistida é permanente, 24 horas por dia, para o adulto com TEA que precisa de suporte contínuo. O centro-dia atende 8 horas por dia, de segunda a sexta, e à noite o autista volta para casa. O respiro familiar é uma estadia temporária, de dias ou semanas, para que a família possa trabalhar, viajar ou descansar.

Um deputado federal pode construir uma Casa TEA?

Não diretamente. O deputado federal atua na destinação de recursos orçamentários, inclusive por meio de emendas parlamentares, observadas as regras orçamentárias e de execução. O compromisso de Camila Georg é destinar emendas para viabilizar a rede junto ao Governo do Rio Grande do Norte.

Quais são as propostas de Camila Georg?

As propostas estão organizadas em seis eixos: proteger pessoas com deficiência da violência sexual; garantir moradia assistida para autistas adultos; valorizar e proteger os profissionais que cuidam; fazer valer o atendimento educacional especializado; usar a rede privada de forma complementar ao SUS quando a rede pública for insuficiente; e defender o paciente contra práticas abusivas dos planos de saúde.

Qual o número de Camila Georg na urna?

Camila Georg é candidata a deputada federal pelo Rio Grande do Norte com o número 30, do partido NOVO.

O site tem conteúdo para crianças autistas?

Sim. O site tem um livro interativo com oito dicas práticas para famílias atípicas e um joguinho de toque para crianças de 5 a 7 anos, feito sem tempo, sem pontuação e sem game over — o erro nunca pune. Todo o site tem um Modo Calmo que desliga as animações para quem precisa de menos estímulo.

O compromisso

Cuidar de quem cuida.

Moradia assistida · Centro-Dia · Respiro Familiar · Apoio à Família · Regulação Sensorial

Camila Georg · Candidata a Deputada Federal · NOVO 30 · RN

Camila Georg sorrindo com os punhos erguidos em sinal de força e entusiasmo
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